A revista América Economina publicou, em junho deste ano, entrevista exclusiva com o atual presidente da Vale, Murilo Ferreira, que está no comando da empresa desde maio do ano passado. O tom da entrevista é dado já no início com a pergunta: “Motivos para comemorar?”. E a inevitável resposta: “Até agora, não”, já que os “embarques de minério de ferro diminuíram, o lucro encolheu, a empresa briga na Justiça para não ter de pagar à União uma soma bilionária em impostos e vem sendo pressionada por ONGs e sindicatos por questões trabalhistas e ligadas ao meio ambiente”. Leiam a íntegra do texto aqui: Murilo Ferreira quer tirar a Vale do inferno astral

A multinacional Vale na Colômbia compartilha as ações da empresa FENOCO, desde o dia 20 de julho os trabalhadores dessa empresa pararam as atividades e começaram a greve, eles estão pedindo o fim a precarização laboral, a terceirização, que seja reconhecida a seguridade social, e o direito a organização que é estipulado pela própria constituição colombiana, entre tanto, as empresas incluindo a vale se negam a atender as exigências dos trabalhadores grevistas.
Deixo está nota que foi publicada num jornal de circulação nacional na Colômbia, comprovando esse fato.
http://www.caracol.com.co/noticias/economia/160-mil-toneladas-de-carbon-se-dejan-de-transportar-por-paro-de-trabajadores-de-fenoco/20120724/nota/1727814.aspx